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domingo, 14 de junho de 2015

P241 - 30º Encontro da CART 3494 levado a efeito no dia 13 de Junho de 2015 no RA-5 (Regimento Artilharia 5) ex. RAP-2


Sousa de Castro, 2015
Sousa de Castro, 1972
No passado dia 13 de Junho a comissão responsável pelo evento, levou a efeito o 30º encontro-convívio da CART 3494 no ex. RAP 2, hoje RA5 onde passamos pela experiência amarga da Guerra na Guiné, comemoramos 41 anos após a nossa chegada que ocorreu precisamente a 03 de Abril de 1974.

Foram 38 ex. combatentes que responderam à chamada num total de 64 presenças, verificamos que, uns por razões de saúde, o que desde já, lamentamos profundamente, outros por indisponibilidade da data não puderam estar presentes, outros não disseram nada e, ainda várias cartas devolvidas, supostamente por moradas desconhecidas ou desactualizadas, mas também uma série de contactos telefónicos indisponíveis, alterados ou não atribuídos.

Os primeiros combatentes a chegar são recebidos pelos soldados de serviço na porta d'armas por volta das 10,30 horas, vinham com expressão de alegria estampada nos rostos, pelo reencontro de camaradas que à muito não se viam, houve muita conversa a pôr em dia, visitamos o Quartel de onde saímos para a Guiné em Dezembro de 1971.




Secção do RA-5  guarda d'honra aos mortos em combate
Depois procedeu-se a actos de homenagem junto do monumento aos combatentes mortos em combate na guerra do Ultramar, debaixo de chuva fraca mas certinha, com deposição de uma coroa de flores ao som de toques apropriados, pela guarda d'honra devidamente formada na Parada, prestada por uma secção do Regimento de Artilharia 5 (ex. RAP 2).

Pelas 13,00 horas saímos em caravana auto para o local do almoço no Restaurante “Quinta da Paradela” em Pedroso, Vila Nova de Gaia onde foi servido um fantástico almoço.

Antes, o ex. fur. milº trms Luís Domingues, numa breve intervenção, agradeceu a presença de todos os participantes apelando para que se faça um esforço para encontrar camaradas que tenham mudado de residência ou outras razões que levaram a serem devolvidos vários convites. De seguida, em memória dos que deixaram a vida terrena, guardou-se um minuto de silêncio.
Convivemos com muita alegria e satisfação, recordamos Estórias vividas, revivemos peripécias, enfim... Foi muito bom!...


A. Peixoto
Manuel Ferreira
Pelas 18 horas foi o destroçar e dizer; "Adeus até ao meu regresso", que é como quem diz: Até ao próximo ano. Dizer ainda que o próximo almoço/convívio, será organizado pelos ex. soldados, António Júlio Peixoto e Manuel Guedes Ferreira e se realizará na zona de Espinho em Junho, na data antes ou depois do dia 10 como tem sido habitual, salvo qualquer imponderável.

Sousa de Castro, 
ex. 1º cabo radiotelegrafista

                                      Vídeo de: Jorge Araújo

Fotogaleria:

Regimento Artilharia 5, ex. RAP 2
No Xime tínhamos três iguais a este
Rio Douro em sintonia com a cidade do Porto

A alegria estampada nos rostos de:Vilela Peixoto, Alcides Castro e Manuel G. Ferreira

No memorial Manuel Rocha Bento, morto em combate

Várias lápides de companhias que confraternizaram aqui, a nossa também está aqui

João Machado, Nelson Cardoso e A. Castro com sua esposa Conceição
Abel Campos, Carlos Pereira e Augusto Fidalgo
Manuel de Medeiros, Manuel Jeremias, Alcindo Silva e Francisco Ribeiro
Licinio Pereira e Serradas Pereira com a esposa
Fernando Silva, Vilela Peixoto e Benjamim Dias
Acácio Correia com sua esposa e Francisco Pereira (Pataias)
Joaquim Sousa e Celestino Rodrigues
Benjamim Dias, Luís Domingues, Jorge Araújo e Mendes Pinto
O Anadia, Oscar Almeida, Volta e Silva 
Abílio Rodrigues, António Peixoto com esposa
António Azevedo, Gregório Santos e José Vicente
Camaradas foram as fotos possíveis, peço desde já desculpa se não aparecem todos os presentes aqui.

Fotos de: A. Sousa de Castro, direitos reservados

2 comentários:

Sousa de Castro disse...

Caríssimos camaradas, convivemos hoje dia 13 de Junho no ex. RAP-2 e, tendo em conta que à algum tempo atrás muito se falou no alcance do OBUS 10,5 cm, fiz esta foto no Quartel para dissipar todas as dúvidas, curiosamente falei com um entendido na matéria que foi furriel dos obuses no Xime, Manuel Dias Jeremias e me informou que com a carga máxima poderia alcançar +- 20 Klm, refiro que, segundo ele, utilizou várias vezes carga 7

Anónimo disse...

Atenção!
Sugiro que contactem o Museu da Artilharia na ex-EPA e vejam nas tabelas de tiro americanas e com munições americanas, as que usávamos.
O número indicado não é correcto. Havia realmente 7 cargas, mas o alcance não atingia essa distância.
A distância a que habitualmente se fazia tiro era o "alcance de apoio", ou seja 85% doa alcance máximo.
Um Ab.

António José Pereira da Costa