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sexta-feira, 17 de abril de 2026

P459 -A viagem até Bissau durou nove horas, uma travessia longa, silenciosa, feita de pensamentos que ninguém ousava partilhar. A meio do percurso fizemos uma paragem de cerca de uma hora na Ilha do Sal, em Cabo Verde Por: Sousa de Castro

 


Memórias da ida para a Guerra da Guiné
integrado na CART 3494/BART 3873

 António Castro, ex. 1º Cabo Radiotelegrafista


 

(Guiné, 1972–1974)



O dia 27 de janeiro de 1972 marcou a fronteira entre o que eu era e o que viria a ser. Embarquei por via aérea num avião dos TAM (transporte aéreo militar) DC‑6 em Lisboa com a inquietação de quem parte para o desconhecido. O avião levantou voo pesado, como se carregasse não só homens, mas também os medos que cada um escondia no fundo do peito.

Douglas DC6 dos Transportes Aéreos Militares (TAM) Créditos: Página dos Especialistas do AB4 e Luís Graça & Camaradas da Guiné

A viagem até Bissau durou nove horas, uma travessia longa, silenciosa, feita de pensamentos que ninguém ousava partilhar. A meio do percurso fizemos uma paragem de cerca de uma hora na Ilha do Sal, em Cabo Verde. Aquela escala breve, entre o céu e o mar, parecia suspender o tempo — como se fosse o último momento de respiração antes do mergulho definitivo na guerra.

Foi ali, naquele pedaço de terra árida e luminosa, que escrevi e enviei à minha esposa o meu primeiro postal. As palavras eram simples, mas carregavam tudo o que eu não sabia dizer em voz alta: a saudade antecipada, a incerteza, a necessidade de manter um fio de ligação ao mundo que estava a deixar para trás.

Depois da escala, voltámos a levantar voo. O DC‑6 avançou sobre o Atlântico como se nos empurrasse para um destino inevitável. Quando finalmente aterrámos em Bissau, o ar quente e húmido recebeu-me como um aviso silencioso: a partir daqui, és outro.

Levaram-me para o quartel dos adidos, em Brá, passados um dia ou dois fui apresentar-me no Agrupamento de transmissões em Santa Luzia.


Bissau – 1972, 1º sarg. Caldas em 1º plano, eu, de costas


Durante o mês em que permaneci em Bissau, tive a sorte de ser acolhido na casa
de um conterrâneo do 1.º Sargento, Manuel da Silva Caldas e da sua família. Ele, chefe do STM — “Serviço de Telecomunicações Militares” — no agrupamento TRMS do Quartel de Santa Luzia, abriu-me a porta como se eu fosse um filho que regressava de longe. Aquele lar improvisado, tão distante do meu, deu‑me um chão firme num momento em que tudo era novo. A mesa partilhada, as conversas, a rotina possível — tudo isso ajudou a suavizar o peso da guerra que se aproximava.

Fiquei um mês em Bissau, frequentei estágio de radiotelegrafista. Era um tempo de adaptação, mas também de disciplina. Passava horas a fio a praticar grafia, o velho morse que se tornaria a minha segunda respiração. O som seco dos pontos e traços marcava o ritmo dos dias, como se cada mensagem fosse um pequeno exercício de sobrevivência.


Bissau 1972 - Agrupamento das TRMS

Ali aprendi não apenas a transmitir — aprendi a ouvir. A distinguir interferências, a reconhecer padrões, a perceber quando uma mensagem vinha limpa ou quando escondia urgência. E, acima de tudo, aprendi os procedimentos de segurança: como manter silêncio rádio, como evitar que uma falha minha colocasse homens em risco.

Xime 1972

A fonia também fazia parte do treino, mas era a grafia que exigia mais de mim. A fonia era rápida; o morse era preciso. E na Guiné, a precisão salvava vidas.


Em 3 março de 1972, segui para o mato por via aérea. O avião era um Dakota, daqueles que tremiam como se carregassem memórias de todas as guerras anteriores. Aterrámos em Bafatá, e dali seguimos em coluna auto, com paragem em Bambadinca, onde o cheiro a poeira e gasóleo parecia anunciar que o interior da Guiné tinha regras próprias

Dakota no AM43 – Camaxilo – Crédito: CLUBE DE ESPECIALISTAS DO AB4


O destino final era o Xime. E o Xime não era apenas um aquartelamento — era um teste diário à resistência de cada homem.

Ali, entre o Geba castanho e a mata cerrada, aprendi que o silêncio nunca era silêncio. Havia sempre um rumor, um estalar, um pressentimento. E quando a noite caía, caía mesmo — pesada, espessa, cheia de sombras que pareciam mover-se sozinhas.

O posto de Transmissões, era num local sem segurança, sempre que eramos flagelados tínhamos de procurar um abrigo próximo. Operava em grafia (código morse) com o emissor receptor AN/GRC-9 e em fonia com o AVP-1 conhecido por banana e o TR-28 (racal). Eu pertencia às Transmissões de Engenharia, e o meu trabalho era feito num posto fixo, dentro do aquartelamento. Não participava nas operações. Essas cabiam aos TRMS de infantaria, que saíam com o Racal (TR‑28) e com o AVP‑1, acompanhando os grupos de combate nas picadas, nas emboscadas, nos reconhecimentos.

O meu mundo era outro. Eu ficava no coração das comunicações, onde a guerra chegava em forma de sons metálicos, interferências, códigos e urgências. Fazia escuta permanente e transmitia quando era preciso — e era preciso muitas vezes. Era ali, naquele posto fixo, que mantinha vivas as ligações com Bambadinca, Mansambo, Enxalé e Xitole. Era ali que recebia pedidos, alertas, relatórios, mensagens codificadas. E era dali que partiam as comunicações que podiam decidir se uma operação avançava, recuava ou pedia evacuação. A guerra, para mim, não era a picada. Era o som seco do morse, a tensão da escuta, o silêncio que precedia uma mensagem urgente, a responsabilidade de não falhar. E, no fim, era a certeza de que, mesmo sem sair do aquartelamento, eu estava ligado a todos os que lá fora arriscavam a vida.

Xime 1972 - junto ao posto de TRMS com o meu amigo Ramos à esq., apontador de morteiro 81 mm, fal. em 22/11/2012 vítima de doença súbita

Para além de numerosos contactos com o inimigo no terreno em operações, emboscadas etc., no aquartelamento fomos muitas vezes flagelados com armas pesadas e ligeiras, nomeadamente: AK 47 (Kalashnikov) canhão s/recuo, morteiro 82 mm, RPG – 7, RPG – 2 e Foguetões.

1972 – À minha esq. Op Cripto Cândido (Pinóquio) com armas apreendidas ao IN

A guerra molda-nos sem pedir licença. E quando chegou o dia 3 de abril de 1974, o dia do regresso, senti que deixava para trás uma parte de mim que nunca mais recuperaria. Voltei por via aérea num Boeing 707, como tinha chegado. Mas o homem que regressou não era o mesmo que partira. Foram 26 meses e 7 dias na guerra da Guiné.

Boeing 707 da Força Aérea Portuguesa

Créditos: Página dos Especialistas do AB4 e Luís Graça & Camaradas da Guiné

A minha chegada a casa


A 9 dias de assentar praça no RI-8 em Braga, a minha casa em fundo

Naquela altura da minha chegada a casa, em Barroselas, concelho de Viana do Castelo, no dia 4 de abril de 1974, antes de bater à porta olhei à minha volta e senti tudo muito estranho. Dei comigo a pensar: ainda há pouco estava na Guiné... tinham passado apenas umas horas e agora estava em casa.

Bati à porta, mais ou menos pelas três da manhã, ou coisa parecida. Lá de dentro ouvi a voz do meu pai:

— Quem é?

Respondi:

— Não é ninguém!

De imediato, ouvi aquela algazarra dentro de casa, a dizerem:

— É o Tono, é o Tono! (António)

E pronto, foram abraços, alegria, emoção... e eu, sem jeito, sem saber o que dizer.

Logo de manhã fui dar uma volta pela zona. Voltei a sentir-me estranho, com vergonha de entrar nos cafés, de enfrentar as pessoas e de ter de responder a tantas perguntas que, para mim, não faziam sentido. Custava-me dar respostas.

Hoje, tantos anos depois, sei que a CART 3494 não foi apenas uma unidade militar. Foi uma família improvisada, forjada no calor, na lama, no perigo e na necessidade absoluta de confiar uns nos outros.

E cada vez que nos juntamos, cada convívio, cada abraço, cada história repetida, é como se o rádio voltasse a ganhar vida — e a ligação entre nós se mantivesse tão forte como naquele tempo.

Porque, no fundo, a guerra passa, mas os homens que a viveram nunca se perdem uns dos outros.

António Castro,

ex. 1º cabo radiotelegrafista da CART 3494

07ABR2026

 


domingo, 22 de março de 2026

P458 - 39º Encontro Convívio da CART 3494 em Nogueira do Cravo (Oliveira do Hospital) - 52 Anos de Regresso: Honrar o Passado, Celebrar a Vida

 

Crédito: https://ultramar.terraweb.biz/ 

39º Encontro Convívio da CART 3494

52 Anos de Regresso: Honrar o Passado, Celebrar a Vida

Abril 2026,

Camaradas e Amigos,

Passaram-se 52 anos desde que os nossos pés pisaram de novo o solo da pátria, vindos da Guiné. Regressámos homens diferentes, marcados pela distância e pela dureza, mas unidos por um laço que nem o tempo, nem a distância, conseguiram apagar.

No próximo dia 6 de junho de 2026, voltamos a reunir a nossa "família de armas". Sob o lema "NA GUERRA CONSTRUINDO A PAZ", celebramos a nossa resiliência e a alegria de estarmos aqui, mais de meio século depois, a partilhar a mesma mesa e as mesmas histórias.

📍 Roteiro do Encontro:

10:00 horas - A Concentração: Encontramo-nos junto à Capela do
Divino Senhor das Almas
, em Nogueira do Cravo (Oliveira do Hospital). Um local de paz para recordarmos os 52 anos de caminho percorrido e aqueles que, embora ausentes, marcham sempre connosco na memória.

 

 


 GPS: 40.33437, -7.86508

11:30 horas – Seguimos em caravana auto até Pinhanços - Seia

  • O Convívio: O "combate" deste ano será travado à mesa, no Restaurante “Manjar da Serra”



  • Morada: AV. Dos Emigrantes, 69

 6270-141 PINHANÇOS – concelho de Seia, distrito da Guarda

Contacto: 238 481 004

  • GPS: 40.45946, -7.69132


Mais do que um almoço, este é um tributo à nossa juventude, à nossa camaradagem e à paz que, juntos, ajudámos a construir e que hoje desfrutamos.

Que este trigésimo nono encontro seja mais um marco na nossa história. Porque mais do que uma companhia de artilharia, somos uma família que o tempo não apaga.

Contamos convosco!

José Vicente

Sousa de Castro


"52 anos depois, a CART 3494 continua presente!"

Data: 6 de junho de 2026

Confirmações até: 17 de maio de 2026 para os contactos: José do Espírito Santo Vicente n.º 913 070 993

António Castro, 963 673 628 – E-mail: sousadecastro@gmail.com

O preço: 37,00€

 

MENU

ENTRADAS

- Pasteis de Bacalhau, Rissóis, Bola, Presunto, Paio e Queijo.

- Porto, Martini e Favaios

QUENTES

 - Sopa Regional

- Bacalhau assado com Batata a Murro ou Vitela Estufada c/arroz, Batata Frita e Salada

- Buffet de Sobremesas

- Bolo comemorativo

Bebidas

- Águas Minerais e de Mesa, Refrigerantes, Espumante e Vinho Branco e Tinto da Região - Café

Convívio anterior - 38º convívio em Montemor o Velho 2025 

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

MSG 457 - Nota de Óbito – Abílio Pereira de Brito ex. Fur. Milº CART 3492/BART 3873 (1950 - 25 dezembro 2025) Tinha como sua última morada, Alpiarça distrito de Santarém

Nota de Óbito – Abílio Pereira de Brito, faleceu em: 25 de dezembro 2025

Abílio Pereira de Brito, ex‑Furriel Miliciano da CART 3492 / BART 3873, serviu


no sub‑setor do Xitole, na Guiné, durante a Guerra do Ultramar, ao serviço do Estado Português, embarcaram no N/M Niassa a 22 de dezembro de 1971 e regressaram a 01 de abril de 1974.

Para além do seu empenho e dedicação na CART 3492, integrou também o Pelotão de Caçadores Nativos 54, em Missirá, onde continuou a demonstrar o mesmo espírito de missão e camaradagem.

Manteve sempre viva a ligação aos seus camaradas de armas, participando em vários convívios da CART 3494, nomeadamente no encontro realizado em Montemor‑o‑Velho, em junho de 2025, onde a fotografia registou a sua presença — sendo ele o primeiro a contar da esquerda.

Em nome de todo o coletivo do BART 3873, apresentamos o nosso voto de pesar aos seus familiares para que consigam superar esta terrível perda. Que a alma de quem partiu descanse em Paz.

Descansa em paz, camarada.

Informação prestada por: António Sousa Bonito, ex‑Furriel Miliciano de Infantaria, CART 3494


Nota Óbito anterior: Sol. Lícinio Dominges Andrade


quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

MSG 456 - BOAS FESTAS AO COLETIVO DA CART 3494, Jorge Araújo ex. Fur. Milº Ranger

 

Caríssimo Camarada Sousa de Castro.

 Bom dia desde "as arábias".

 Mantendo a tradição envio, para os devidos efeitos, o meu postal de BOAS FESTAS (de há 53 anos) dirigido ao colectivo da CART 3494, e respectivas famílias, desejando a todos um SANTO NATAL e um melhor ANO de 2026, com muita saúde e algum patacão.

Com um forte abraço de amizade.

Jorge Araújo.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

MSG 455 - Natal 2025: Na guerra construindo a paz! CART 3494 - Próspero Ano Novo

 



Mensagem de Natal para os camaradas da 
CART 3494/BART 3873 🎄

Guiné - Embarque a 22 dezembro 1971 regresso a 3 abril 1974 

XIME, ENXALÉ E MANSAMBO


Neste Natal, que o espírito de união, coragem e fraternidade que sempre nos guiou na CART 3494 continue a iluminar os nossos caminhos. Sob o nosso lema — "Na guerra, construindo a paz" — celebramos não só as memórias que nos unem, mas também o compromisso de manter viva a nossa camaradagem.

Que esta época festiva traga paz aos corações, saúde às famílias e força para continuarmos juntos, como sempre estivemos.


📅 Próximo convívio: Será realizado na zona de Oliveira do Hospital, no dia 6 de junho de 2026

Para mais informações, contacta o camarada José do Espírito Santo Vicente pelo número 913 070 993

Um forte abraço a todos os irmãos de armas. Boas Festas e um Ano Novo cheio de esperança e reencontros! 🎁✨

Sousa de Castro

Natal 2024:BOAS FESTAS NATALÍCIAS PARA O COLETIVO DA CART 3494/BART3873, GUINÉ DEC71/ABR1974 - XIME, ENXALÉ E MANSAMBO

terça-feira, 15 de julho de 2025

MSG 454 A COMISSÃO DOS ANTIGOS COMBATENTES DE BARROSELAS, HOMENAGEOU OS SEUS COMPANHEIROS VIVOS E FALECIDOS

CART 3494 & Camaradas da Guiné: Memórias e Homenagens

  • Homenagem em Barroselas: Memória Viva dos Combatentes

    Terça-feira, 15 de julho de 2025

    No passado dia 28 de junho de 2025, a Comissão dos Antigos Combatentes de Barroselas,  Viana do Castelo, deu continuidade a uma tradição iniciada aquando da inauguração do monumento aos combatentes do Ultramar em: 30-06-2001. Como é já hábito, homenagearam os seus companheiros, tanto os que ainda estão entre nós como os que já partiram.

    As celebrações tiveram início às 11:00 horas com o hasteamento da Bandeira Nacional no mastro junto ao monumento, seguido de uma missa na Capela de S. Sebastião da mesma localidade.

    Após a missa, junto ao monumento, vários oradores partilharam palavras de homenagem e reflexão. Nomeadamente o antigo combatente Rogério Pereira, o Presidente da Junta de Freguesia, Rui Sousa, e a vereadora da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Fabíola Oliveira.

    Seguidamente, no momento de profundo respeito, foi colocada uma coroa de flores na base do monumento, ao som do toque de silêncio executado pelo Agrupamento 85 dos Escuteiros de Barroselas.

    É importante sublinhar que Barroselas sofreu uma perda significativa, com quatro jovens a tombar em Angola durante o conflito.

    Para encerrar a cerimónia, foi servido um Porto de honra a todos os presentes, num ambiente de convívio e camaradagem.

    Diversos núcleos de antigos combatentes fizeram-se representar, sublinhando a união e o espírito de corpo. Estiveram presentes, nomeadamente, o Núcleo dos Comandos de Viana do Castelo, o Núcleo do Minho da Força Aérea, e a CART 3494, representada por António Castro.

  • Fotografias: Arnaldo da Costa Pereira (com a devida vénia)

FOTOGALERIA






Da mesma série: Monumento aos Combatentes do Ultramar em MAZAREFES – Viana do Castelo

MSG 453 - MONTEMOR O VELHO FOI PALCO DO 38º CONVÍVIO DA CART 3494/BART 3873 GUINÉ 1971/74

 

Um breve resumo do que se passou no 38º convívio da CART 3494 na Quinta do Taipal em Montemor O Velho no dia 07/06/2025

O 38º convívio anual da CART 3494, que aconteceu na Quinta do Taipal, em Montemor-o-Velho, no dia 7 de junho de 2025, foi um sucesso! Sob a organização exemplar de António Sousa Bonito e Sousa de Castro, o evento correu maravilhosamente bem, exatamente como planeado.

Compareceram 40 antigos combatentes, que, acompanhados pelos seus familiares, totalizaram 85 pessoas à mesa.

Depois de saciarmos a fome e celebrarmos a nossa camaradagem, foi tempo de olhar para o futuro. O desafio de encontrar um local para o 39º convívio foi lançado, e entre as sugestões de Espinho (Armando Dias) e Arouca (José Mendes), a escolha recaiu sobre Nogueira do Cravo – Oliveira do Hospital. A data já está definida: 6 de junho de 2026, seguindo a nossa tradição de nos reunirmos na semana próxima ao dia 10 de junho. A organização ficará nas mãos do nosso querido camarada, José do Espírito Santo Vicente.

Os responsáveis, António Sousa Bonito e Sousa de Castro, enviam um grande abraço a todos os presentes e desejam muita saúde para toda a família.

Bem-hajam, muita saúde e força nessa vida!

Fotografias: Ruben Miranda e A. Castro

Junho de 2025 

A. Castro

FOTOGALERIA




















RESCALDO DO 37º CONVÍVIO DA CART 3494 REALIZADO NO QUARTEL DA SERRA DO PILAR (EX. RAP-2) VILA NOVA DE GAIA