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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

P14: XXI Convívio CART 3494 em V. N. Gaia (RAP2) 2006/06/10

CMDT Pereira da Costa ao centro, com o Alferes Gomes à sua esquerda e o Costa

O Sousa de Castro com o seu camarada e amigo Marinho das TRMS de Infantaria

CMDT Pereira da Costa partindo o Bolo

Alguns elementos da CART 3494. Da esquerda para a direita: Manuel Ramos, apontador de Morteiro 81 mm, António Ramos, radiotelegrafista, José Vicente, TRMS de Inf., Mário C. Marinho, TRMS de Inf., Sousa de Castro, radiotelegrafista e Manuel Ferreira, condutor auto

O Bolo da CART 3494

O registo que foi colocado no ex. RAP 2, Vila Nova de Gaia, a assinalar o evento.

Passeando pelo Quartel Ex. RAP 2


Manuel da Cruz Ramos, apontador morteiro 81 mm, Sousa de Castro, radiot. e João Machado, o nosso cosinheiro.

Vista panorâmica. Ponte D. Luís I, travessia do Rio Douro entre Vila Nova de Gaia e Porto


Aspecto dos convivas


Vários camaradas da CART 3494


Comparando como éramos ontem!...

P13: A CHAVE DE MORSE

Esta chave de morse foi-me oferecida pelo 1º cabo radiotelegrafista da companhia 3492, que não me recordo do nome, numa altura que por qualquer razão tivemos de nos deslocar ao Xitole. Corria 0 ano 1973.
Sousa de Castro

sábado, 13 de dezembro de 2008

P11: BART3873 saiu do RAP2 (Regimento de Artilharia Pesada 2), Vila Nova de Gaia, em Dezembro de 1971

- Foi unidade mobilizadora o Regimento de Artilharia Pesada nº 2 (RAP 2), em Vila nova de Gaia
- Pessoal que compôs os seus quadros - CCS, CART 3492, CART 3493, CART 3494, metropolitano de origem, era natural em grande parte do Norte (MINHO E DOURO) e Centro (BEIRAS).
- A concentração dos mobilizados começou a 15NOV71 e terminou a 27 do mesmo mês.
- embarque em Lisboa no N/M "NIASSA" para a Guiné em 18 Dezembro 1971, chegando a 28DEC71.
O BART 3873 foi render o BART 2917.
As companhias ficaram assim distribuídas: CCS: Banbadinca, CART 3492: Xitole, CART 3493: Mansambo e CART 3494: Xime
- Embarcou para a Metrópole em Bissau no dia 03ABR74 por via aérea.

Transcrição do livro: "História da Unidade BART 3873"

SC

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

P10: NASCEU MAIS UM BLOGUINHO (Luis Graça)


Camarada: Parabéns, mas toca a arranjar mais gente!... LG


---------- Forwarded message ----------
From: Luís Graça
Date: 2008/12/2
Subject: [Luís Graça & Camaradas da Guiné] Guiné 63/74 - P3552: Blogues da Nossa B...
To: luisgracaecamaradasdaguine@gmail.com


1. Nasceu mais um bloguinho, CART 3494 GUINÉ, dedicado à CART 3494 (Xime e Mansambo, Dezembro de 1971 / Abril de 1974), criado e mantido pelo nosso camarada Sousa de Castro, um histórico do nosso blogue, o nº 2 da nossa tertúlia, hoje, Tabanca Grande. A criação deste blogue remonta a Maio de 2008.

Esta unidade pertenceu ao BART 3873 (Bambadinca, 1971/74).O Sousa de Castro queixa-se de estar muito só, nesta actividade bloguística. Em sua homenagem tomamos a liberdade de reproduzir aqui um poste, publicado ontem:

Obrigado Camarada! Vou tentar com que o meu pessoal (CART 3494) comece a escrever.
SC

P9: A ESCOLA DURANTE A LUTA DE LIBERTAÇÃO (1961-1974 )

PAIGC (Partido Independência Guiné e Cabo Verde)

Segundo a visão dos nacionalistas da guerra colonial na Guiné, a instituição de uma contra escola em zonas libertadas propiciava uma doutrinação anti - colonial. Criaram uma rede escolar na base de uma contra pedagogia. Nos primeiros anos foram recrutados professores sem critérios habituais em todas as regiões militares. Mais de metade destes professores não sabiam construir perfeitamente uma frase em português. A questão era simplesmente saber escrever, ler bem ou mal um texto, somar ou multiplicar, etc., pois havia uma famosa palavra de ordem do PAIGC que marcou os militantes quem sabe deve ensinar os que não sabem.
Mas quando se verificou que o crioulo suplantava o português e que a mediocridade ia por conseguinte desmoronar o próprio sistema de ensino, este partido - movimento de libertação promoveu acções de superação do pessoal docente em Conakry e Boé, por um pessoal forçado a ser pedagogo de circunstância, provavelmente para não ser incorporado no exército real de libertação. A extensão deste sistema de ensino de miséria deu origem à semelhante acção eufórica no espaço controlado pelo exército colonial: a administração portuguesa promoveu uma nova escola e uma campanha de reconstrução das aldeias danificadas pela guerra, e, simultaneamente, construía habitações estratégicas à volta ou perto das suas instalações militares.

Todo esse esforço servia para sensibilizar a comunidade internacional, a população da sua área de influência política e, por fim para conter o avanço da oposição armada e isola-la. Também na sequência da aplicação deste programa de contra propaganda, baptizado por Guiné Melhor para uma nova portugalidade, que se criou um centro de formação acelerada de professores de primária em Bolama (sul do país). Sem dúvida, a massificação do ensino em ambos os lados foi notável sucesso estatístico, em poucos anos a população escolar e o número de alfabetizados (militares e civis) aumentaram de tal forma que a qualidade foi absorvida por uma mediocridade espantosa.

DA INDEPENDÊNCIA AO RESTAURO DA ORDEM INSTITUCIONAL - (1974-2001).
Uma situação complicada tem marcado o país depois da evacuação das tropas coloniais e, por conseguinte a tomada do poder pelo PAIGC, foi o encontro de dois sistemas antagónicos que partilhavam o território nacional durante a luta de libertação nacional: por um lado, o sistema de ensino colonial; por outro, um sistema de ensino super politizado que vigorava no espaço controlado pelo PAIGC durante a luta de libertação nacional.
Ambos estavam em dissonância clara com as prioridades de desenvolvimento dos guineenses, de igual modo com os desafios do tempo.
A este caso juntaram-se outros:

1. A presença de três cortes de docentes: a primeira, vinda das regiões libertadas sem formação inicial convencional em ensino, tinha sérias dificuldades académicas; a segunda embora tivesse passado pela escola de formação de Bolama, transpirava na maioria um perfil duvidoso para o novo poder; a terceira, voluntária e moldada também no ex-espaço de influência colonial, incluía até alunos com ensino básico completo.

2. Os poucos formados em técnicas de ensino só conheciam os programas e os manuais da autoria de antigo regime político, e, haviam um clima de medo do novo regime, na época, era onda de fuzilamento de compatriotas acusados de estarem ao lado dos colonialistas no tempo da luta.

3. A inexistência de verdadeiros programas e manuais nas bagagens dos libertadores.

4. A censura política dos manuais coloniais: paginas arrancadas sem contrapartida didáctica

5. A introdução da sócio-erosiva disciplina conhecida pelo espantoso nome de Formação Militante um instrumento de detecção de correntes indesejáveis, de doutrinação e de captação. Entre os docentes desta disciplina e alunos excelentes, o regime recrutava informadores da sua polícia política, professores de história sem mínima formação, activistas políticos e directores de escolas, para além de muitas outras vantagens sociais.

Bem ou mal a maquina arrancou na engrenagem da contradição que tem prevalecido entre a realidade, a propaganda política e o programa de educação inadaptado. O estado, a despeito da persistência da crise económica, consagrava uma porção dos seus magros recursos à educação cujo orçamento votado aumentava cada ano. Realmente, regime foi forçado a comportar-se dessa maneira porque o povo, em cada acontecimento político importante, fora dos centros urbanos declarava que queria uma escola, um posto de saúde e ‘um armazém do povo. Nas suas respostas habituais, os representantes do partido-estado, para agradarem as populações das tabancas (aldeia) visitada, faziam declarações comprometedoras, foi assim que, sem estudos prealáveis, muitas escolas foram implantadas: a maioria era composta de barracas e muito longe das zonas mais populosas.

Outro paradoxo grosseiro é a persistência da morosidade, o salário de miséria acumulados, a sobreposição de estruturas, etc. A única dinâmica saliente é alternância entre gerações de medidas improdutivas e de inadequações sistemáticas, ambas concorrendo à porfia em detrimento do rigor e da qualidade.
JAILSON CUINO
Licenciado em História pela Universidade de Coimbra
DESS em Planificação e Gestão de Educação pelo Instituto Internacional de Planificação de Educação, Paris, França

Fonte: Agência Bissau
AGÊNCIA BISSAU MEDIA E PUBLICACÕES

Rua Eduardo Mondlane 52 - Caixa postal 1069

Bissau - República da Guiné-Bissau

Tel: + 245 206147 - E-mail: agenciabissau@agenciabissau.com

6 de Novembro de 2007 – 19h25

P7: Constituição das Companhias do PAIGC - BIGRUPO

Amílcar Cabral com guerrilheiras
De acordo com o livro Guerra Colonial: Angola, Guiné, Moçambique (Lisboa: Diário de Notícias, s/d), da autoria de Aniceto Afonso e Carlos de Matos Gomes, e com base em estimativa do comando militar português, em 1971, os efectivos do PAIGC empenhados na luta pela independência eram assim constituídos:




Efectivos por unidade:

- bigrupo: 38/44 unidades
- bigrupo reforçado: 70 unidades
- grupo de artilharia: 50 unidades
- grupo de canhões/morteiros: 23 unidades
- grupo de foguetões/antiaéreos: 16 unidades

Efectivos por regiões:

Inter-Região Norte:

- Frente S. Domingos/Sambuiá: 630 unidades
- Frente CanchungoBiambe: 760 unidades
- Frente Morés/Nhacra: 680 unidades
- Frente Bafatá/Gabu Norte: 730 unidades

Inter-Região Sul:

- Frente Bafatá/Gabu Sul: 200 unidades
- Frente Bafatá/Xitole: 160 unidades
- Frente Buba/ Quitafine: 1230 unidades
- Frente do Quínara: 560 unidades
- Frente de Catió: 370 unidades.

Além destes efectivos, que totalizavam 5500 elementos para o Exército Popular, há que acrescentar cerca de 2000 milícias, 900 a 1000 em cada inter-região [Ou seja, o PAIGC não teria mais do que 7500 homens em armas].

O PAIGC, atendendo à taxa de natalidade e mortalidade existente, podia aumentar os seus efectivos em cerca de 5000 combatentes, valendo-se somente das populações controladas.

- Principais armas ligeiras do PAIGC



Fonte: http://paigc.com.sapo.pt/index.html, direitos reservados.


Sousa de Castro
sousadecastro@gmail.com

P6: 3 DE AGOSTO DE 1959 - MASSACRE DE "PINDJIGUITI"

AS CONVICÇÕES DE OUTRORA DEVERIAM AJUDAR HOJE O NOSSO POVO EM TRANSPOR AS GRANDES DIFICULDADES NO CONVÍVIO NACIONAL
                 CAROS IRMÃOS
Monumento aos mártires de Pindjiguiti (Bissau)
A nossa terra viveu a passagem de mais uma data histórica, 3 DE AGOSTO, e foi com muita emoção que assisti via RTT-África, às humildes e sentidas comemorações pela população de Bissau. A 3 DE AGOSTO DE 1959, os trabalhadores do cais de “PINDJIGUITI” juntaram as mãos e a uma só voz gritaram “BASTA” de precariedades: salários injustos, condições de trabalho miseráveis e recusa de diálogo perpetrados pelas empresas monopolistas da Casa Gouveia” (e ultramarina)… Os trabalhadores recusaram-se trabalhar (GREVE) e exigiram mudanças e/ou melhorias claras nos principais aspectos focados: salários e condições de trabalho mais humanas! Em resposta, os capatazes chamaram pela polícia, na altura comandados por um sr. de apelido Carreira, que ao chegar ao cais de “Pindjiguiti”, não teve dúvidas, a situação era de guerra e mandou disparar indiscriminadamente sobre os trabalhadores – sobre os nossos irmãos. Na sequência desses disparos, mais de cinquenta trabalhadores perderam a vida, alguns deles, os corpos nunca mais vieram a ser encontrados, depois de se terem atirado ao mar numa tentativa desenfreada de se salvarem das brutalidades do regime colonial e fascista “tuga”. Volto a lembrar-vos a todos de que, escrevo, acima de tudo, para os nossos jovens – jovens dos nossos liceus e universitários espalhados pelo mundo fora – para que o vosso desenvolvimento, num mundo, hoje, bastante diluído e democrático mas, onde as especificidades, sobretudo culturais, de cada povo se revelam, progressivamente, como a única verdadeira identificação impossível de se iluminar, não descura determinados elementos úteis e passíveis de ajudar, positivamente, na formação do vosso carácter. Meus irmãos mais jovens, hoje mais que nunca, estou em condições de vos afirmar que, os principais problemas com que a nossa Terra/Pátria se debate, estão relacionados, basicamente, com o carácter de alguns irmãos nossos, que entretanto se envolveram na política sem para tais tarefas estarem habilitados. Assim sendo, a minha convicção é de que, uma boa formação vossa, poderá ser uma boa solução para a salvação da nossa Pátria e permitirá que, num futuro próximo, os guineenses, no mundo inteiro, não terão de se envergonhar de trapalhadas elementares que, de algum tempo a esta parte, se tem vindo a cometer, irresponsavelmente – comportamentos que só contribuem para desonrar os bons costumes do nosso povo. Um povo heróico de que vocês deverão orgulhar-se nos vossos convívios com outros povos! Saibam que, nada de que nos orgulhamos hoje, foi obra do acaso. Meus caro, tudo foi resultado de grandes conquistas engendradas e/ou impostas ao nosso povo e nas quais saiu sempre vencedor mas também, com custos humanos avultados – como sempre acontece nesses casos de conquistas de dignidade e liberdade – que privou o nosso povo do convívio de muitos de seus “bons filhos”… Honra e glória aos nossos heróis nacionais! Meus irmãos, com a proclamação da nossa independência nacional a 24 de Setembro de 1973, nas terras de Madina do Boé, mais de oitenta países, membros das Nações Unidas, saudaram e reconheceram imediatamente o novo país, a República da Guiné-Bissau e, depois do reconhecimento da derrota da potência colonial e fascista portuguesa, não admira que todas as nações do mundo nos quisessem ajudar… As ajudas foram muitas e multifacetadas!... Alguns desses povos amigos do nosso glorioso povo, ainda hoje, encontram-se insistentemente, ao lado do nosso povo – sem sombras para dúvidas, será necessário distinguir aqui o papel desempenhado pela República Popular da China – que teve a honra de oferecer a Amílcar formação para os homens e mulheres do PAIGC, quando este decidiu engendrar-se pela luta armada – mas também, de alguns países escandinavos. Julgo não ser necessário fazer aqui quaisquer referências às posições da totalidade dos designados “países em vias de desenvolvimento”. Há bem pouco tempo, se não estiver em erro, foi a Suécia que se saturou com a má gestão dos recursos postos à disposição do nosso país, com vista a aliviar o nosso grau de subdesenvolvimento e impôs certas condições que viriam a não ser observadas ou respeitadas, acabando, depois de tantas insistências com as nossas autoridades, por sair do nosso país, passando a coordenar algumas ajudas a partir de Dakar. Tudo indica que, as nossas autoridades não deram qualquer importância a este acontecimento. Este caso é apenas um exemplo de entre muitos desperdícios de amizades históricas e desinteressadas de povos que muito nos admiram! Volto a repetir que, as nossas dificuldades estão intimamente ligadas à formação e ao carácter de alguns de nossos irmãos que, entretanto, se tornaram poderosos e apolíticos bem posicionados na política! Em memória dos nossos heróis nacionais! Em memória dos mártires do massacre de 3 de Agosto de 1959 no cais de “Pindjiguiti”! Estudem! E estudem bem! Em prol de um futuro melhor para o nosso glorioso povo! "Guineenses, gentes de brandos costumes”!
I Rodrigues
FONTE:
http://journals.aol.co.uk/blufondam/BISSAU-GUINEUniao/

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

P5: Um periquito da CCAÇ 12

Um periquito da CCAÇ 12 (António Duarte / Sousa de Castro)



Caro Sousa de Castro

Fui seu companheiro na Guiné.

Fui furriel da CART 3493, tendo estado em Mansambo. Antes da companhia seguir para o sul (suponho Cobumba), fui para a CCAÇ 12 (1) onde acabei por passar a rendição individual e regressar [à Metrópole] em Janeiro de 1974 enquanto que o BART 3873 regressou só em Abril.

Quero dar-lhe os parabéns por ser um activista das nossas recordações, quer através do blogue do Luís Graça, quer noutras paragens na Net. Afigura-se-me que nos faz bem.

Da sua companhia [CART 3494] tenho encontrado o ex-furriel Luciano, que trabalha em seguros, na CGD. Recordo também com muita saudade o Bento, que esteve comigo na especialidade em Vendas Novas. Faleceu em 22 de Abril de 1972.

Um abraço, de camarada para camarada,
António Duarte

2. Resposta do Sousa de Castro ao Duarte:

Antes demais existe uma regra no blogue-fora-nada (Luis Graça & Camaradas da Guiné) que é tratarmo-nos por tu: afinal somos todos mais ou menos da mesma idade, portanto estás à vontade para blogar.

Guiné > Zona Leste > Sector L1 > Xime > 1972 > O Sousa de Castro, 1º cabo radiotelegrafista da CART 3494 (Xime e Mansambo, 1972/74)

Como deves calcular, eu pertenci à CART 3494 do Xime que, depois da CART 3493 transitar para Cobumba, foi ocupar a vossa zona - Mansambo.

O Luís Graça que é o grande obreiro da muita documentação publicada no blogue, também pertenceu à CCAÇ 12 [Bambadinca, 1969/71].

Quanto ao ex-Furriel Luciano creio que estás a falar do Luciano José Marcelino de Jesus, certo? Faz o convite a ele, por mim, para entrar no blogue e tu também... Sou o único da CART 3494 [Xime e Mansambo, 1972/74] que tem estado mais ou menos activo. Precisamos que contem as vossas estórias passadas no teatro de operações na Guiné. Como disseste, isto faz-nos bem. Temos muitas fotos da época publicadas no blogue .

Fui 1º cabo radiotelegrafista e moro em Vila Fria - Viana do Castelo. Manda para o Luis Graça uma pequena estória e uma foto da época e outra actual, para a tertúlia.
Fonte: http://blogueforanadaevaotres.blogspot.com/

P4: O SIGNIFICADO DAS MENSAGENS (msg)

Exploração de: TRMS

O significado do grau de procedência e a classificação das mensagens (MSG)
Há quatro tipos de grau de procedência e grau de segurança, ou seja:

Grau de procedência:
Relâmpago (ZULU)
Imediato (OSCAR)
Urgente (PAPA)
Rotina (RÓMEO)


- Relâmpago (Z): quer dizer que uma msg deste tipo ao ser apresentada para expedição ultrapassa todas as outras que estiverem à frente. Interrompem a transmissão de uma outra msg de grau inferior.
- Imediato (O): Serão transmitidas antes das msg urgentes.
- Urgente (P): Serão transmitidas antes das de Rotina.
- Rotina (R) é uma msg que pode ser transmitida até no dia seguinte ao dia da recepção.

Grau de Segurança

Quanto ao grau de segurança, temos dois tipos: Mensagens não classificadas e mensagens classificadas, estas divididas em quatro tipos de classificação:

- Muito secreto
- Secreto
- Confidencial
- Reservado

O grau de segurança a atribuir às mensagens é da exclusiva responsabilidade do remetente e a única consequência dessa classificação para as transmissões reside em a mensagem ser ou não ser transformada em linguagem secreta (codificada).

Espero ter contribuído de alguma forma para o segnificado de alguns procedimentos sobre transmissões.

Alfa Bravo  (abraço)
Sousa de Castro