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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

P222 - "ELE É O NOSSO RAMBO!" (Ten Cor Marcelino da Mata) Titulo que o jornal semanário "tal&qual" publicou na 1ª página da semana de 3 a 8 de Maio de 1996 que eu guardo religiosamente (SC)

Manuel Graça partilhou na sua página do Facebook foto e texto do REGIMENTO DE COMANDOS DA AMADORA . Eu tive a ousadia de o "roubar" publicando-o neste espaço (com a devida vénia) dedicado ao grande heroi da guerra do Ultramar que foi o Ten Cor. Marcelino da Mata. Recordo-me que o Marcelino da Mata e seu grupo levou a cabo pelo menos uma operação na zona do Xime em 1972. Por outro lado devo dizer que o Manuel Ferreira da Graça, é de Lisboa, mas vive em Cascais, foi combatente na guerra colonial, ao serviço do Estado Português na Guiné nos anos de 1967 a 1969 integrado na CCAV 1748 (Companhia de Intervenção) oriunda da Cavalaria 7 - Lisboa (já extinta). Fonte:Facebook                                
Fotos: Diário de Notícias e tal&qual de: Sousa de Castro
SC


Respeito pelos nossos veteranos, Ten Cor. Marcelino da Mata o militar português mais condecorado, Cavaleiro da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito e mais Cinco Cruzes de Guerra (Não é uma nem duas são cinco!!).

Participou em 2412 operações de comandos.

Marcelino da Mata CvTE (Ponte Nova, Guiné, 7 de Maio de 1940) é um Tenente-
Coronel na reserva do Exército Português, nascido na Guiné Portuguesa, conhecido pelos seus actos de bravura e heroísmo praticados durante a Guerra
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Colonial, em 2412 operações de comandos, e que lhe dão o título de militar português mais condecorado da História do Exército Português.

Acidentalmente incorporado em lugar do irmão no CIM-Bolama em 3 de Janeiro de 1960, ofereceu-se como voluntário após cumprir a primeira incorporação.

Integrou e foi fundador da tropa de operações especiais Comandos Africanos actuando no cenário de guerra da sua Guiné, com operações no Senegal e na Guiné Conacri.

A 2 de Julho de 1969 foi feito Cavaleiro da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.2

Apesar de várias vezes ferido em combate apenas teve que ser evacuado da Guiné por ter sido alvejado, por acidente, por um companheiro, assistindo ao 25 de Abril de 1974 em Lisboa.

Após a independência da Guiné foi proibido de entrar na sua terra natal.
Foto publicada no jornal "tal&qual" Maio 1996
Com o título na 1ª página: "ELE É O NOSSO
RAMBO"





Em 1975 foi detido no quartel do RALIS, Lisboa, e sujeito a tortura e flagelação praticada e ordenada por Manuel Augusto Seixas Quinhones de Magalhães (capitão), Leal de Almeida (Tenente Coronel), João Eduardo da Costa Xavier (capitão tenente) e outros agentes revolucionários ligados aos movimentos comunistas, num dos episódios mais pungentes, pela sua barbaridade e violência, de toda a revolução dos cravos.

No decurso das perseguições de que foi alvo no ano de 1975 conseguiu fugir para Espanha, de onde regressou a 25 de Novembro, participando activamente na reconstrução democrática e no restabelecimento da ordem militar interna, agindo sempre com elevada longanimidade para com os seus opressores.
Justificou a sua luta no exército português com a frase "A Guiné para os Guinéus", querendo significar que a guerrilha actuava no interesse da União Soviética.
Actualmente reside em Sintra.



1 comentário:

Sousa de Castro disse...

Marcelino da Mata também passou pelo Xime em 1972, com o seu grupo, para uma OP na zona da Ponta do Inglês